Minas Gerais entra em alerta de alto risco para doenças respiratórias graves

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu um sinal de alerta para Minas Gerais devido ao crescimento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Enquanto a maior parte do Brasil apresenta tendência de queda, o estado mineiro segue na contramão, registrando alta de diagnósticos impulsionada, principalmente, pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e pela Influenza A.
O boletim InfoGripe aponta que o público mais vulnerável são as crianças de até 2 anos, onde a incidência é maior, e os idosos acima de 65 anos, que apresentam as maiores taxas de mortalidade. Especialistas reforçam que, embora o período sazonal tenha acabado em outras regiões, Minas continua em um patamar crítico de transmissibilidade e internações.
Além do VSR e da Influenza A, a circulação da Influenza B também preocupa as autoridades de saúde regionais. A SRAG é uma condição séria que compromete a função pulmonar, exigindo muitas vezes suporte hospitalar e cuidados intensivos para evitar complicações letais.
Diante deste cenário, a recomendação é que a população reforce medidas de higiene, como a lavagem frequente das mãos e o uso de máscaras em caso de sintomas gripais. A atualização do esquema vacinal contra a gripe é considerada a ferramenta mais eficaz para reduzir o número de casos graves e mortes no estado. Com informações de Pontal Mineiro.



